MISSÕES ,UM ATO DE AMOR

MISSÕES ,UM ATO DE AMOR

TESTEMUNHO MISSIONARIO


TESTEMUNHO MISSIONÁRIO


Esse ano estamos em uma empreitada desafiadora. Trata-se de minha terceira viagem missionária ao Haiti, o pais mais pobre das Américas, com um índice de 85% de analfabetismo e que mantém ainda, desde o terremoto de 2010 o número absurdo de 1,5 milhão de pessoas desabrigadas morando precariamente em acampamentos sem as mínimas condições de saneamento, higiene e investimentos governamentais.

Desde o ano de 2010 tenho ido ao país com o apoio logístico de uma agencia missionária bem nova, mas que desenvolve um trabalho laborioso de investimento nos jovens com formação em desenvolvimento comunitários, e lidera projetos de construção de templos, bem como apoio financeiro a alguns orfanatos e igrejas.

Esse ano, a nossa “Junta de Missões Mundiais” da “Convenção Batista Brasileira” está conosco nesse projeto que tratará dos seguintes desafios:

- Realização de visitas a seis orfanatos, com uma equipe preparada para recrear, ensinar lições bíblicas, doação de ofertas e interação com crianças em situação de vulnerabilidade social;

- Promoção de um Congresso para Jovens, onde abordaremos os seguintes temas: Fazendo a diferença na adoração (gratidão), nos relacionamentos (perdão), na sociedade (meio ambiente) obedecendo a Palavra (santidade), nos sentimentos (saúde emocional) e no avivamento (missões).

- Iremos construir uma creche-escola do PEPE no bairro de Cottard, um ambiente onde o vodu ainda exerce alguma influencia. Essa escola atenderá cerca de 100 crianças com educação infantil básica, de acordo com os valores do Senhor Deus.

Precisamos levantar recursos para a nossa viagem e atividades no período de nossa viagem que será dos dias 16 a 26 de julho. Iremos em 14 pessoas, dentre eles pastores, professoras, pedreiros, eletricistas, dentre outros. Os nossos custos de investimentos naquele país terão a seguinte monta:

- R$ 10000,00 para construção.

- R$ 1000,00 para o Congresso Jovem (com apostilas, pastas, alimentação nos dias do Congresso).

- R$ 2000,00 nos orfanatos (em brinquedos, ofertas e deslocamento).

- R$ 3000,00 em ajuda para viagem do grupo.

Ao todo então, investiremos R$ 16000,00 nessa viagem missionária. Desse valor, temos atualmente R$ 8000,00 em nossa conta. Em havendo disponibilidade e interesse em participar, favor depositar sua oferta em nossa conta no Banco Bradesco: IGREJA BATISTA CENTRAL EM JAPUIBA, Ag. 0459-6, C/C 28972-8. Ao fazer o depósito, peço por favor que você mande um email parasecretaria@ibacen.com.br confirmando o depósito, ou ligue (em horário de expediente) para nossa igreja: (24) 33670741.

No mais, agradecemos a paciência e consideração ao ler esse testemunho missionário. 

missão evangélica caiuá



MISSÃO EVANGÉLICA CAIUÁ

A Missão Evangélica Caiuá, agência missionária que atua entre os indígenas, foi criada em 28 de agosto de 1928, fruto do sonho de Albert Maxwell, pastor presbiteriano norte-americano que veio ao Brasil para investir na expansão do evangelho, após ter vendido todos os bens que possuía nos Estados Unidos

Ao se instalar em solo brasileiro, o rev. Maxwell dedicou atenção especial aos índios da região de Dourados (MS), da tribo Kaiwá. Deparou-se com a difícil situação daquele povo, composto, em sua maioria, por crianças e mulheres, que trabalhavam na colheita do mate. O rev. Maxwell concluiu que deveria cuidar, não só da dimensão espiritual do índio Kaiwá, como também de seu corpo e mente. 

Para tanto, o pastor contou com o apoio da Comissão Brasileira de Cooperação das Igrejas Evangélicas, que reuniu representantes da Igreja Presbiteriana do Brasil, da Igreja Presbiteriana Independente e da Igreja Metodista. Assim, em 1928, foi organizada a Associação Evangélica de Catequese dos Índios, com sede em São Paulo, mas que distribuiria os obreiros em regiões específicas do país.

A primeira missão criada através da associação foi a Missão Evangélica Caiuá, contando com os seguintes missionários: rev. Albert Maxwell e sua esposa Mabel Maxwell, da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos, o médico, dr. Nelson de Araújo, da Igreja Metodista, o agrônomo, Sr. João José da Silva, sua esposa Guilhermina Alves da Silva e o filho, de seis meses de idade, Erasmo, da Igreja Presbiteriana do Brasil. A missão contava também com o professor Esthon Marques, da Igreja Presbiteriana Independente.

Ao longo desses anos, a Missão Caiuá perdeu alguns colaboradores, como o próprio rev. Maxwell, vítima de uma doença nos pulmões, mas ganhou adesão de muitos outros voluntários. Juntos, e sob a direção do rev. Orlando Andrade, criaram uma escola para alfabetização de adultos e educação primária, um ambulatório médico, um orfanato e, sobretudo, diversos pontos de pregação do evangelho.

Em 1956 foi enviada à missão a dra Lorraine Briedgmanm e a família Taylor, da Missão Wicliff, para trabalhar na tradução da Bíblia Sagrada para a língua kaiwá. O novo testamento foi concluído em 1985, e a dra. Lorraine atua até hoje na tradução do velho testamento.
Crianças assistidas na Missão Caiuá
Igreja na Missão Caiuá


SAÚDE
Em 1963 foi inaugurado, em Dourados, o Hospital e Maternidade Indígena Porta da Esperança, com 38 leitos, hoje ampliado para 50 vagas. Atende, exclusiva e gratuitamente, a população indígena, os obreiros e funcionários da missão. Anos mais tarde, em 1978, foi inaugurado a Unidade de Tratamento de Tuberculose, com 50 leitos.
Hospital Infantil

ENSINO

O rev. Orlando e sua esposa Lóide sonhavam em criar um instituto bíblico que pudesse preparar o índio para a pregação do evangelho. Em 1978, durante a comemoração dos 50 anos da Missão, foi lançada a pedra fundamental do edifício, onde mais tarde passou a funcionar o Instituto Bíblico Felipe Landes. Muitos indígenas dedicam seu tempo ao estudo da palavra e atuam também como missionários.



SITUAÇÃO ATUAL

A Missão Caiuá, com sede em Dourados, hoje dirigida pelo rev. Beijamim Bernades e sua esposa Margarida, atua nas aldeias da região (Caarapó, Amambai, Taqwapiry, Sassoró, Porto Lindo e Gwassuty, Jacaré, Limão Verde, Campestre, Kokwey, Panambi) e também junto aos índios Xavantes, no município de Nova Xavantina (MT). Cada uma delas possui uma igreja.
Desde o ano de 2001, a missão mantém convênio com a Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) para dar atendimento à população indígena de todo o Mato Grosso do Sul, combatendo a tuberculose, já controlada entre os Kaiwás, e a desnutrição infantil.
Sede da Igreja Indígena Presbiteriana

O grande alvo da missão é buscar novos campos e alcançar as demais tribos indígenas brasileiras que nunca ouviram falar do evangelho.  Para tanto, conta com o trabalho de seus 84 missionários colaboradores (38 indígenas e 46 não indígenas).

Recentemente foi organizada a Igreja Indígena, com pastores e liderança própria.
Informações: Caixa Postal 04, CEP: 79804-970 – Dourados – MS
Telefone: (67) 421-4197
E-mail: mcaiua@uol.com.br
Conheça os Missionários da Missão Caiuá

Novo vídeo postado hoje no youtube sobre o projeto missionário de nossos amigos Claudio e Andrea, da Pioneers, em Characato, Peru. Orem por eles! Quer saber mais? Escreva para contato@base.org.br

cristão não investem em missôes



Cristãos não investem em missões

De acordo David Botelho,crentes gastam mais com Coca-Cola
Um dado alarmante que demonstra que apesar de falado, o compromisso com missões é pouco praticado. O diretor da Missões Horizontes, David Botelho, em artigo mostra que os cristãos gastam mais do que chiclete e balas do que missões. Ficou estarrecido com esta informação? Leia o artigo do missionário e saiba o que fazer para mudar este quadro.
Como os cristãos gastam seu dinheiro?
As pesquisas mostram que:
1. Gastam-se mais com chicletes do que com Missões.
2. Gastam-se mais com refrigerantes e balas do que com Missões.
3. Gastam-se mais com produtos de beleza do que com Missões.
4. Gastam-se mais com comidas supérfluas do que com Missões.
5. Gastam-se mais com animais de estimação do que com Missões.
6. Gastam-se mais com roupas de etiquetas do que com Missões.
Será que já paramos pra pensar/analisar qual a importância de nossas contribuições para Missões? Será que você, querido irmão, tem consciência do valor que sua ajuda tem para a obra de Deus?
Um aparelho eletrodoméstico que um cristão compra vista, costuma ter um custo maior do que a oferta dada para Missões durante cinco anos por esse mesmo cristão.
Os cristãos estão dando para Missões menos do que o valor equivalente a uma coca-cola diária. Como podemos dizer que amamos a obra missionária, se Missões é o nosso menor investimento?
Mesmo que o baixo investimento na obra missionária seja uma verdade incontestável, vale dizer que a oferta missionária deve ser dada com amor, e não por obrigação. Muitas vezes, queridos, não temos a possibilidade de ir até o campo missionário. Contudo, as nossas ofertas bem como nossas orações podem chegar até lá.
Todos nós concordamos que Deus tem uma obra a realizar no mundo através da igreja e que Ele estabeleceu um plano para o sustento desse trabalho. Quem aceita a autoridade bíblica, participa efetivamente desse plano.
A palavra de Deus, além de fornecer a doutrina do sustento, nos fornece também modelos de sustento da sua obra. Se a obra de Deus é feita na base da cooperação, como disse Paulo – “Nós somos cooperadores de Deus” (I Co 3.9) – isto implica que deve haver a colaboração de todos. Os missionários são devedores: “Eu sou devedor, tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes” (Rm 1.14.) O missionário é devedor ao povo que o enviou como ao povo ao qual é enviado. Porém, como reivindica o apóstolo Paulo em I Co cap.9, que passa a ser um porta voz de todos os missionários.
O versículo 4 do capítulo 9 de Coríntios diz: “Não temos nós direito de comer e beber” Quantos missionários em nossos dias, amados irmãos, não tem gozado desse direito!
Que tenhamos em mente que ajudar com as nossas ofertas os obreiros do Senhor é fazer o bem. O fruto da nossa fidelidade será o engrandecimento do reino de Deus e o cumprimento da promessa do Senhor em derramar abundantes bênçãos sobre os que assim cooperam com a causa de Cristo através de suas igrejas ao redor do mundo.
“Deus quer a evangelização do mundo, mas se você se recusa a sustentar as missões, você se opõe à vontade de Deus

1 encontro regional do complei


Cansei de ouvir essa frase quando ainda menino, sugeria alguma brincadeira. Às vezes, ficava louco para brincar, mas esperava alguém dar a deixa para gritar bem alto: “Tá com quem inventou!” Não sei se você ainda se lembra, mas a frase o livrava do incômodo de ter que iniciar a brincadeira enquanto os outros se divertiam.
O 1º Encontro Regional do CONPLEI (Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas) em Roraima começou mais ou menos assim. Nem posso dizer se a ideia foi mesmo da MEVA, mas, embora ninguém tenha gritado a frase, foi exatamente isso que aconteceu!  Sem saber  o que isso significaria em toda a sua extensão, a missão tornou-se responsável pela grande reunião – um pesadelo logístico sem precedentes para nós.
Quantos indígenas virão? Onde nos reuniremos? E a hospedagem, a comida, panelas, dormitórios, banheiros, chuveiros, auditório para os inicialmente calculados 1000 indígenas de diferentes etnias? E os recursos financeiros?  Posso escrever uma lista enorme de dúvidas e perguntas sem respostas que nos fizemos naquele período.
Reunimos os missionários da Meva e criamos setores de atuação. Procuramos parceiros e começamos a trabalhar.  A  Igreja Batista Regular de Boa Vista não apenas cedeu o seu acampamento para o encontro, mas tornou-se parceira abraçando o projeto junto conosco desde o primeiro momento. Outras igrejas, de várias partes do Brasil, envolveram-se com a iniciativa.  Da mesma forma, as missões Novas Tribos do Brasil, Asas de Socorro, Atletas de Cristo, APEC, APMT (Agência Presbiteriana de Missões Transculturais), além de dezenas de voluntários de diferentes denominações, decidiram que não iriam gritar a fatídica frase. Assumiram e trabalharam exaustivamente para que tudo pudesse acontecer.
O Exército Brasileiro cedeu o palco e enviou soldados para nos ajudarem no que fosse preciso. Um grupo de uma igreja do interior do Amazonas chegou dias antes para preparar e fazer a cozinha funcionar, tinham até mão de obra “especializada” na montagem dos dormitórios e limpeza. Uma grande bênção!
Quem realizou o Conplei?  Podemos dizer, sem dúvida alguma, que foi o Senhor. O que você vai ler e ver nesta edição Entre Nós é um testemunho do que Deus  fez nesses dias abençoados em que  mais de 350 indígenas de 15 diferentes etnias estiveram juntos, e onde cada grupo cantou, dançou e louvou ao Senhor da sua maneira e em sua própria língua.
A Ele toda a glória!
Milton Camargo
Presidente da MEVA